Escolha uma Página

Conheço muitas pessoas que não querem ouvir falar sobre a morte. Não consigo afirmar que tal postura seja resultante do medo, da imaturidade, do encanto ou da razão (será da falta dela?). Sei apenas que ao encontrá-las, lembro-me do historiador francês, Philippe Aries que disse: “aquilo que verdadeiramente é mórbido não é falar da morte, mas nada dizer acerca dela, como hoje sucede.”

Sobre o tema, a Palavra de Deus convoca homens e mulheres a encarar aquilo que inexoravelmente acontecerá a todos nós. Ao longo das narrativas bíblicas, este é um tema que invade a história de todos que buscaram a Deus. O salmista, por exemplo, expressa com clareza esta realidade: “Tu reduzes a pessoa ao pó, dizendo: voltai ao pó, ó filhos dos homens.”

Não há exceções. A morte é um evento destinado aos seres que estão vivos. Conhecê-la, será um encontro entre o ser e o tempo, visto que a mesma integra o ciclo da existência, como afirma o autor do livro de Eclesiastes: “Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo propósito debaixo do céu.”

A presença da morte indica que é necessário que edifiquemos amadurecidas compreensões sobre tudo aquilo que é transitório e eterno, pois tais descobertas, repletas de sabedoria, possibilitarão que façamos boas escolhas numa geração que se apresenta confusa e perplexa, aparentando perguntar: o que de fato permanece para sempre?

Share This

Compartilhe!

Compartilhe pequenas mensagens de esperança em suas redes sociais ;)