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Diga ‘não’ ao cansaço

É comum que as pessoas se sintam cansadas por fazerem o bem? Talvez sim.

Já tive a oportunidade de ouvir homens e mulheres afirmarem que não suportavam mais agirem com bondade, cuidado e carinho e perceberem que recebiam em troca o silêncio, a indiferença e, por incrível que pareça, diversas retribuições impregnadas pelo rancor e pela mágoa.

Há muitas pessoas que pretendem desistir. Será que vale a pena ser amigo, sincero, honesto, franca e transparente nos dias atuais? Que preço devemos pagar para lutar por valores que se tornaram relativos e raros numa sociedade tão subjetiva? Até quando devemos insistir em alcançar o topo (utopia) da mudança por um mundo melhor e distinto?

O apóstolo Paulo sabia que as pessoas poderiam experimentar o cansaço. Por esta razão, ele considera a importância de permanecermos firmes em nossas práticas. É fundamental saber que Deus conhece e sonda os corações. Mais que isso, é Ele quem concede dádivas àqueles que confiam nEle e sabem esperar nas suas promessas. Como diz o poeta Davi, “o Senhor ama a justiça e não desampara os seus santos.” (Sl 37.28b).

A certeza desta relação justa e digna com o Senhor deve ser a base de nossas ações. Firmar-se nEle e na sua Palavra é a primeira condição para renovação de forças e certezas. Ainda que muitos digam sim, somos chamados a dizer não. Se tantos procuram vingança, somos convidados a oferecer o perdão. Se há facilidades para enriquecer, a presença de Deus nos provoca à reflexão ética e postura limpa.

Quando estava com seus amigos no alto da montanha, Jesus nos ensinou: não desistam de exercitar a humildade, a sensibilidade, a tranqüilidade, a busca da justiça, a misericórdia, a pureza d’alma e a paz.

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